
É uma tendência natural do Homem desenvolver teorias para explicar tudo o que acontece ao seu redor. Perguntar “por quê” não é um privilégio das crianças. Os adultos também vivem atormentados por essas duas palavrinhas, tão pequeninas, mas que nos afligem, esperando respostas que, muitas vezes, só mesmo nossa imaginação é capaz de solucionar.
E é neste espírito de preencher as lacunas de minha ignorância – minha, porque muitas vezes já há uma boa resposta, mas que desconheço, e preciso de minha própria- que passo a vida encontrando respostas. Diga-se de passagem, é divertidíssimo solucionar mistérios, mesmo que as respostas sejam inventadas.
Por isso criei minha teoria sobre os dias nublados. Sou atacada por um sono terrível em dias nublados – e quem me conhece, sabe que possuo um sono quase incontrolável-, enquanto normalmente passo muito bem disposta nos dias ensolarados. Sei que essa reação não é privilégio meu, e aqui vai então minha teoria:
Embora sejamos o primeiro animal domesticado, e reprimimos nossos instintos há anos, no início éramos catadores e caçadores. Imagina a meleca de ir caçar na chuva, correr o risco de atolar na lama (algumas sabemos bem a sensação), de cair árvores, de ser levado em enchentes. Não é nada recomendável sair na chuva. A tendência dos animais é ficar entocado enquanto chove, e sendo assim, sem comida.
Se não é possível ir buscar comida, a forma mais inteligente do corpo reagir é não gastando energia. O que causa uma letargia danada. Como os ursos no inverno. Tudo o que se quer em dias nublados é permanecer deitado e pensar o mínimo possível –afinal, pensar gasta muita energia, estudar então nem se fala, como nos ensinou o Roberto-. Já nos dias ensolarados, somos inundados por uma disposição e alegria, que nos permitiria percorrer longas distâncias sem problemas, porque justamente nesses dias deveríamos procurar o máximo de comida possível, e de repente, até esstocar um pouco.
Por isso, somos alegres e agitados em dias ensolarados e em dias nublados mais parece que todos foram atacados pelo mosquito tse-tse.
Pode não ser nada disso, mas gostei muito da minha teoria. E como sempre acabamos acreditando no que nos é mais confortável, acredito piamente nela!
E é neste espírito de preencher as lacunas de minha ignorância – minha, porque muitas vezes já há uma boa resposta, mas que desconheço, e preciso de minha própria- que passo a vida encontrando respostas. Diga-se de passagem, é divertidíssimo solucionar mistérios, mesmo que as respostas sejam inventadas.
Por isso criei minha teoria sobre os dias nublados. Sou atacada por um sono terrível em dias nublados – e quem me conhece, sabe que possuo um sono quase incontrolável-, enquanto normalmente passo muito bem disposta nos dias ensolarados. Sei que essa reação não é privilégio meu, e aqui vai então minha teoria:
Embora sejamos o primeiro animal domesticado, e reprimimos nossos instintos há anos, no início éramos catadores e caçadores. Imagina a meleca de ir caçar na chuva, correr o risco de atolar na lama (algumas sabemos bem a sensação), de cair árvores, de ser levado em enchentes. Não é nada recomendável sair na chuva. A tendência dos animais é ficar entocado enquanto chove, e sendo assim, sem comida.
Se não é possível ir buscar comida, a forma mais inteligente do corpo reagir é não gastando energia. O que causa uma letargia danada. Como os ursos no inverno. Tudo o que se quer em dias nublados é permanecer deitado e pensar o mínimo possível –afinal, pensar gasta muita energia, estudar então nem se fala, como nos ensinou o Roberto-. Já nos dias ensolarados, somos inundados por uma disposição e alegria, que nos permitiria percorrer longas distâncias sem problemas, porque justamente nesses dias deveríamos procurar o máximo de comida possível, e de repente, até esstocar um pouco.
Por isso, somos alegres e agitados em dias ensolarados e em dias nublados mais parece que todos foram atacados pelo mosquito tse-tse.
Pode não ser nada disso, mas gostei muito da minha teoria. E como sempre acabamos acreditando no que nos é mais confortável, acredito piamente nela!

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